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Desenvolvimento de sistemas sob medida para a sua operação

Sistema web feito em cima do processo que a empresa já tem, para tirar a operação da planilha compartilhada, com acesso por pessoa e evolução em versões pequenas.

Para quem é

Você reconhece a situação?

  • A operação roda numa planilha compartilhada em que só uma pessoa entende as fórmulas.
  • O software pronto obriga a equipe a mudar um processo que funciona para caber nas telas dele.
  • Dados de cliente circulam por WhatsApp e e-mail, e ninguém sabe qual é a versão certa.
  • A mesma informação é digitada em três ferramentas diferentes ao longo de um único pedido.

Entregáveis

O que entregamos

  1. 01

    Mapeamento do processo

    Acompanhamos um pedido, uma ordem de serviço ou um cadastro do começo ao fim, com as exceções, antes de desenhar qualquer tela.

  2. 02

    Sistema web com acesso por pessoa

    Aplicação que abre no navegador, com login individual, permissão por função e registro de quem alterou cada informação.

  3. 03

    Migração dos dados atuais

    Importação da planilha ou do sistema antigo, com limpeza de duplicidades e conferência dos totais antes e depois da carga.

  4. 04

    Integração com o que fica

    Conexão com o ERP, o emissor de nota fiscal, o CRM ou o meio de pagamento que a empresa continua usando.

  5. 05

    Documentação e treinamento

    Guia de uso curto para a equipe e documentação técnica para quem for manter o sistema depois.

Quando a operação passa a depender da planilha

Todo sistema sob medida começa, de algum jeito, como planilha. Ela nasce simples e vai ganhando uma aba por mês, uma coluna de status, cores que só quem criou entende e uma fórmula em que ninguém pode mexer. Duas pessoas editam ao mesmo tempo e uma apaga o que a outra fez. O relatório do fim do mês depende de alguém copiar e colar por uma tarde inteira. Quando essa pessoa sai de férias, o processo para junto.

A alternativa costuma ser um software pronto, e aí o problema muda de lado: a equipe adapta um processo que funcionava para caber nas telas de outra empresa, paga por módulos que não usa e mantém uma planilha paralela para o que o sistema não cobre. Pesar essa escolha com critério, antes de gastar com qualquer uma das duas, é o assunto de sistema sob medida ou software pronto.

Como desenhamos e construímos o sistema

No desenvolvimento de sistemas sob medida, o ponto de partida é o processo, não a tela. Acompanhamos um pedido, uma ordem de serviço ou um cadastro do começo ao fim, anotando quem faz cada etapa e, principalmente, as exceções: o cliente que paga em duas vezes, o pedido que volta, o item sem código. É nas exceções que o sistema ganha ou perde a confiança da equipe.

Com o processo desenhado, fechamos o escopo da primeira versão. Ela resolve o trecho que mais custa hoje e deixa o resto para depois, porque sistema que tenta nascer completo demora e chega desatualizado. A entrega é uma aplicação web (abre no navegador, sem instalar nada), com login por pessoa, permissão por função e histórico de quem alterou cada registro. O que continua em uso, como o ERP ou o emissor de nota fiscal, é ligado por integração de sistemas em vez de redigitado. Os caminhos possíveis para essa conexão estão em como fazer ERP, CRM e planilhas conversarem.

O risco fica contido pelo método de entrega. O sistema é construído num ambiente separado da operação, e a planilha atual continua valendo enquanto isso. O teste usa os dados reais da empresa, importados da planilha de verdade, com as linhas tortas, os campos em branco e o cliente cadastrado duas vezes. Quando há dado pessoal nessa cópia, o acesso fica restrito a quem está no projeto. Cada versão sobe com a anterior guardada e com o caminho de volta do banco de dados escrito antes da atualização, então uma versão que se comporte mal é revertida de forma planejada, não improvisada às pressas com a equipe esperando.

O que muda depois da entrega

A informação passa a ter um endereço só. O status do pedido está no sistema, e não na memória de quem atendeu o telefone. O relatório que levava uma tarde sai de uma consulta, e os dados já ficam organizados para virar painel de indicadores quando a diretoria quiser acompanhar números em tela.

O controle de acesso também muda de lugar. Quem entra na empresa recebe acesso num ponto só, com a permissão da função que exerce, e quem sai tem o acesso cortado no mesmo ponto. A LGPD espera que quem trata dado pessoal adote medidas de segurança, e saber quem vê e quem altera cada cadastro é uma das primeiras. O que mais precisa estar em ordem está em LGPD em sites e sistemas.

Por fim, o sistema passa a evoluir em versões pequenas, cada uma passando pelo mesmo ambiente de teste antes de chegar à equipe. As tarefas repetitivas que sobram em volta dele, como avisar o cliente de que o pedido saiu ou gerar um documento a partir de um cadastro, viram candidatas a automação de processos.

O que decidir antes de começar

  • Quem é o dono do processo: a pessoa que decide a regra quando duas áreas discordam. Sem ela, o escopo muda a cada reunião.
  • Quais sistemas ficam e quais saem, e quem tem acesso administrativo a cada um deles para liberar a integração.
  • Qual trecho do processo entra na primeira versão. A tentação é colocar tudo; o que funciona é começar pelo que mais custa hoje.
  • Em nome de quem ficam a conta de hospedagem e o repositório do código. Recomendamos que fiquem com a empresa, e não com o fornecedor.
  • Quem da equipe testa cada versão antes de ela ir para todos. Basta uma pessoa que conheça a rotina e tenha algumas horas por semana para isso.

Dúvidas

Perguntas sobre desenvolvimento de sistemas sob medida

Quanto tempo leva para desenvolver um sistema sob medida?
Depende do tamanho do processo, do número de integrações e do estado dos dados que vão ser migrados. Por isso o trabalho começa por uma primeira versão que resolve o trecho que mais dói, com escopo fechado, e o prazo dela sai depois do mapeamento. O restante entra nas versões seguintes.
Preciso trocar o sistema que a empresa já usa?
Nem sempre. Muitas vezes o ERP e o emissor de nota continuam, e o sistema novo cobre só a parte que eles não atendem, conversando com eles por integração. A troca só entra na conversa quando manter o sistema atual custa mais do que substituí-lo.
Como começa um projeto de sistema?
Com uma conversa sobre o processo e, em seguida, o mapeamento: acompanhar a rotina real, abrir as planilhas e listar as exceções. Dali sai o escopo da primeira versão, com o que entra agora e o que fica para depois.
Quem mantém o sistema depois da entrega?
Pode ser a sua equipe técnica, com a documentação entregue no projeto, ou a Locomotiva, num acordo de manutenção e evolução combinado à parte. Sistema em uso sempre pede ajuste: regra fiscal que muda, cliente novo com exigência diferente, relatório que a diretoria passa a querer.
Vocês desenvolvem sistemas para empresas de Taubaté e do Vale do Paraíba?
Sim. A Locomotiva Tech é de Taubaté e atende presencialmente todo o Vale do Paraíba; empresas de outras regiões do Brasil são atendidas a distância. No Vale, o mapeamento pode incluir visita quando a rotina acontece num balcão ou num galpão; o restante do projeto anda bem por vídeo e pelo ambiente de teste.

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