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Infraestrutura digital para empresas: domínio, DNS, e-mail e servidores

Domínio, DNS, e-mail corporativo, hospedagem e servidores organizados em contas da empresa, documentados e alterados sem tirar o site e o e-mail do ar.

Para quem é

Você reconhece a situação?

  • O domínio está no nome da agência antiga ou de um ex-funcionário, e a renovação vence num cartão que ninguém sabe de quem é.
  • As notas fiscais e os boletos enviados pelo sistema caem no spam dos clientes.
  • Ninguém sabe dizer onde o site está hospedado nem quem tem a senha do DNS.
  • Cada serviço foi contratado numa conta pessoal diferente, e trocar de fornecedor parece impossível.
  • O servidor do sistema interno não recebe atualização desde que foi instalado.

Entregáveis

O que entregamos

  1. 01

    Inventário do que existe

    Levantamento de domínio, DNS, caixas de e-mail, hospedagem, servidores e de quem tem acesso a cada um, reunido num documento só.

  2. 02

    Titularidade e acessos

    Domínio e contas administrativas no CNPJ da empresa, com login por pessoa e autenticação em dois fatores.

  3. 03

    DNS revisado e documentado

    Zona conferida registro por registro, sem apontamento esquecido, com a função de cada entrada anotada.

  4. 04

    E-mail corporativo autenticado

    Caixas no provedor escolhido e registros SPF, DKIM e DMARC configurados para os provedores reconhecerem que a mensagem saiu mesmo da empresa.

  5. 05

    Hospedagem e servidores

    Ambiente para site e sistemas com HTTPS, atualizações de segurança em dia e publicação por script, sem acesso improvisado ao servidor.

  6. 06

    Arquitetura de serviços

    Desenho de onde cada serviço roda, como eles se comunicam e o que acontece quando um deles cai.

Como a falta de controle aparece na rotina

Infraestrutura digital para empresas é o conjunto de serviços que ninguém nota enquanto funciona: o domínio (o endereço da empresa na internet), o DNS (a tabela que diz para onde vão o site e os e-mails desse endereço), as caixas de e-mail, a hospedagem do site e os servidores dos sistemas. Ela só aparece quando algo quebra e ninguém sabe onde mexer.

O cenário comum é parecido de empresa para empresa. O domínio foi registrado pela agência que fez o primeiro site, no CPF de um sócio que já saiu ou no cartão de um ex-funcionário. A hospedagem está numa conta pessoal. O DNS tem registros apontando para serviços cancelados há anos. O sistema de nota fiscal manda e-mail em nome da empresa sem estar autorizado para isso, as notas caem no spam e o cliente liga perguntando pelo boleto. Um dia o domínio vence, o site e o e-mail param juntos, e a renovação depende de alguém que não trabalha mais ali. O que a empresa precisa ter nas próprias mãos está detalhado em domínio, DNS, e-mail e hospedagem.

Como organizamos sem derrubar o que funciona

O trabalho começa por um inventário: onde o domínio está registrado e quem é o titular, quem administra o DNS e o que cada registro faz, onde ficam as caixas de e-mail, quem paga cada serviço e quem tem senha de quê. Muita coisa só aparece nessa etapa, como o subdomínio de um sistema antigo que ainda recebe acesso ou a configuração de e-mail de um fornecedor que a empresa nem lembrava que usava.

Com o mapa na mão, a arrumação segue uma ordem. Primeiro a titularidade: domínio e contas administrativas passam para o CNPJ, com login por pessoa e autenticação em dois fatores, assunto aprofundado em autenticação em dois fatores e gestão de acessos. Depois o e-mail. Os registros SPF, DKIM e DMARC dizem aos provedores de quem recebe quais servidores podem enviar em nome do seu domínio e o que fazer com a mensagem que não passa na conferência. O DMARC entra primeiro em modo de observação, que só coleta relatórios, e é apertado depois que todos os remetentes legítimos, como o sistema de nota e a ferramenta de e-mail marketing, estão autorizados. Por que isso decide se a mensagem vai para a caixa de entrada está explicado em SPF, DKIM e DMARC. Por último vêm hospedagem e servidores: HTTPS em tudo, atualização de segurança em dia e publicação por script, no lugar de alguém entrando no servidor para alterar arquivo na mão.

Toda mudança segue o nosso método de entrega. O ambiente novo, seja um servidor ou um provedor de e-mail, é montado ao lado do atual, que continua atendendo. Ele é testado com o site e as caixas reais antes de receber o endereço. A zona de DNS em uso é exportada e guardada antes de qualquer alteração, e o TTL (o tempo que outros servidores guardam a resposta antiga) é reduzido com antecedência, para que a troca e, se preciso, a volta se espalhem depressa. Voltar é reaplicar a configuração guardada, e o ambiente antigo só é desligado depois que o novo se prova.

O que muda depois

A empresa passa a ter um documento com tudo o que existe, onde está, quem acessa e quando vence. Trocar de agência ou de fornecedor deixa de ser uma negociação de refém, porque as contas são dela. As notas e os boletos enviados pelo sistema passam a ser reconhecidos pelos provedores como mensagens legítimas do seu domínio. E a base fica pronta para as camadas seguintes: cópia de segurança guardada fora do servidor principal, com backup e continuidade, e aviso quando um serviço sai do ar ou um certificado de HTTPS está perto de vencer, com monitoramento de sites e sistemas.

O que ter em mãos antes de começar

  • Uma lista, mesmo incompleta, de quem já mexeu na parte técnica: agência, freelancer, provedor de internet, ex-funcionário.
  • O CNPJ e os dados do responsável legal, para a transferência de titularidade.
  • Os sistemas que mandam e-mail em nome da empresa: nota fiscal, cobrança, CRM, loja virtual, e-mail marketing.
  • A decisão de quem, dentro da empresa, será o administrador principal das contas. Podem ser duas pessoas, mas não pode ser nenhuma.
  • O acesso aos painéis que a empresa já tiver, ou disposição para recuperá-los junto conosco quando a senha se perdeu.

Dúvidas

Perguntas sobre infraestrutura digital

Quanto tempo leva para organizar a infraestrutura digital da empresa?
Depende do que o inventário encontrar. Transferir a titularidade de um domínio depende do registrador e de quem está com ele hoje, e migrar e-mail depende do volume das caixas. O levantamento vem primeiro e dá o tamanho do trabalho antes de qualquer mudança.
O site ou o e-mail ficam fora do ar durante a mudança?
O plano é que não fiquem. O ambiente novo é montado ao lado do atual, e a troca é feita no DNS depois de testada, com a configuração anterior guardada. Como uma alteração de DNS leva algum tempo para chegar a todos os servidores da internet, ela é agendada com antecedência e fora do horário de pico.
Preciso trocar de provedor de e-mail ou de hospedagem?
Não necessariamente. Se o provedor atual atende, o trabalho é organizar a conta, os acessos e a autenticação. A troca só é recomendada quando o serviço não oferece o que a empresa precisa, como acesso individual por usuário ou suporte aos registros de autenticação de e-mail.
Quem cuida da infraestrutura depois que ela está organizada?
A empresa passa a ter o mapa do que existe e acesso a tudo, então pode cuidar dela com a própria equipe ou com outro fornecedor. Se preferir que a Locomotiva acompanhe renovações, atualizações e alterações de DNS, isso entra num acordo de manutenção combinado à parte.
Vocês atendem empresas de Taubaté e do Vale do Paraíba?
Sim. A Locomotiva Tech é de Taubaté e atende presencialmente todo o Vale do Paraíba; empresas de outras regiões do Brasil são atendidas a distância. Como domínio, DNS e e-mail são administrados por painéis na internet, a maior parte desse trabalho é remota, com os acessos liberados pela própria empresa.

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